sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Faltam ações concretas de conservação na Ilha







As ruas da Ilha voltaram a ter péssima conservação. Por todos os bairros da região, desde o Jardim Guanabara até a Freguesia, que fica no outro extremo, é vergonhosa a quantidade de buracos. Além da pouca ação para tapar os buracos antigos, novos buracos surgem a cada dia transformando algumas vias em caminhos perigosos diante de tantos desvios para não quebrar o carro. Há mais de duas semanas, na Estrada do Galeão, pista de acesso à Ilha, logo depois da ponte e antes da cabine onde a PM costuma fazer as blitz, tem uma depressão profunda e perigosa no meio da estrada que pega de surpresa os motoristas e pode causar sérios danos aos veículos.

É impossível que as pessoas responsáveis por cuidar da Ilha não percebam isso. Mas é tanto o descaso e abandono das vias públicas, que até parece que elas realmente não enxergam e provavelmente não estão preocupadas em cuidar desta importante região da cidade. Região que acumula muitos problemas e insatisfações. Moro aqui e não estou satisfeito, por exemplo, com o estado do asfalto nas ruas, dos carros abandonados em cima de calçadas, dos cavalos soltos que sujam as praças e do verdadeiro caos que kombis e vans ilegais provocam no trânsito desobedecendo todas as leis de trânsito, e sobretudo, tornando reféns os demais motoristas.


As obras do asfalto liso estão paradas e apenas pequenos trechos da Estrada do Galeão foram beneficiados. Na Portuguesa, principalmente no trecho entre o Colégio Lemos Cunha e o prédio onde no próximo dia oito inaugura uma grande loja de hortifruti – viva! – nenhum remendo é feito há bastante tempo, tantos são os buracos, ondulações e imperfeições. É hora de terminar a contemplação e agir.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Carros abandonados colocam pedestres em perigo




Costumo, pelo menos uma vez por semana, dar um volta por todos os bairros da Ilha. Entendo que como jornalista que participa da equipe de um jornal atuante como o Ilha Notícias, é necessário conhecer a região e entender o que acontece em cada localidade. Percorro, sem pressa, a orla e os bairros internos. Acompanho de perto e com interesse o desenvolvimento de algumas regiões e fico triste com alguns problemas que são recorrentes e ninguém toma atitude séria para resolver.

Tenho pena das famílias que moram no final dos Bancários e, que nestes dias mais quentes, sofrem muito com a escassez de água. É uma vida dura e que palavras não resolvem. Uma obra está sendo feita para tentar resolver o problema, e é a esperança dos moradores para os próximos anos. Sempre que passo pela região as reclamações e desânimo das pessoas me fere a alma.

No giro pela Ilha, percebo que nesta época cresce a quantidade de cavalos nas praças. Eles substituem as crianças como vi na Praça Patrocina Pereira de Carvalho no alto das Pitangueiras. Na manhã de quinta-feira (26), nenhuma criança estava nos brinquedos, mas dois cavalos pastavam na grama alta e cheia de estrume.

O propósito do passeio pela Ilha é também registrar e admirar as belezas naturais e sublinhar as coisas boas. Mas acredite, caro leitor, está difícil elogiar. As condições das ruas esburacadas e das calçadas ocupadas por carros abandonados, somado aos graves problemas provocados pelo transporte alternativo de vans e kombis assusta. É uma vergonha! As imprudências que esses veículos fazem pelas ruas da Ilha são inacreditáveis.

Embora decepcionado com muita coisa feia e ilegal, forço o olhar para dar brilho ao belo e não vejo problema sem solução. Mas, falta mais atitude dos que são responsáveis e pagos pela população. Uma pena!!!