quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Praia da Bica ficou excelente para o lazer após as obras de despoluição

              A consolidação da Praia da Bica como principal ponto de lazer e divertimento da Ilha do Governador começou a se firmar principalmente com a conclusão das obras de saneamento que acabaram com as línguas negras que durante algumas décadas contaminaram a areia da nossa principal praia.
              Atualmente diversos grupos de adeptos de esportes ocupam as areias para a prática de circuitos, voleibol, futebol de areia, futvolei, stand padle, aulas de ginástica orientadas por professores especializados e outras atividades. Nos finais de semana as calçadas ficam povoadas de frequentadores em busca dos quiosques que a cada dia se especializam melhor, principalmente com opções de comidas típicas brasileiras e de outros países, como os pratos árabes, mexicanos, alemães, italianas e saborosos espetinhos, o petisco da moda. Aliás, a gastronomia instalada na Praia da Bica ocupa toda orla oferecendo cardápios atraentes também em restaurantes de excelente qualidade culinária como o Rei do Bacalhau, Arena Sport Bar e Espetto Carioca, onde o insulano também encontra espetinhos de diversos tipos de carne que fazem sucesso e em cujo ambiente a galera sempre pode curtir um bom som.
               A tradicional casa de shows Provisório, antiga Boate Bicão e depois La Playa é um sucesso para a juventude que curte a noite e as animadas baladas e cujo movimento ajuda a transformar a Praia da Bica no local mais movimentado da região nos finais de semana. É claro que a Ilha tem outros importantes pontos de gastronomia e lazer como a Ribeira, cuja quantidade  de restaurantes é maior. Mas a Praia da Bica, agora sem poluição na areia é o modelo que desejamos para as outras praias, como por exemplo a Freguesia e Engenhoca onde a reurbanização e obras de despoluição podem transformar a vida nessas regiões mais saudáveis.     
 
joserichard@uol.com.br

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Pichadores são desajustados que só produzem lixo


A Bica histórica mais uma vez pichada

             Poucos dias após o término das obras de restauração da histórica bica localizada na Praia da Bica, em frente ao quiosque de comida japonesa Sushiro, o singelo monumento amanheceu esta semana pichado.  Repete-se mais uma vez a ação de vândalos cuja estupidez causa revolta a todos nós que moramos na Ilha e temos nossas casas e apartamentos atacados por esses porcalhões.
              As pichações não têm conteúdo. São feias e garranchos ininteligíveis. Não contém mensagem nem protesto porque a proposta é apenas sujar. Seus autores são ignorantes que se sentem felizes com o lixo sem valor que suas inseguranças criam. Os pichadores são seres únicos e indesejáveis, pelos prejuízos que causam ao patrimônio público e privado e por não acrescentarem absolutamente nada. Covardes, agem às escondidas nas sombras da noite e protegidos pela incredulidade da população que não acredita no que esses bobocas são capazes.
             Pichador é um bandido desajustado que age contra o patrimônio alheio. Eles não devem ter princípios, integridade moral nem ética. A ação de pichar é a afirmação do revoltado cuja ignorância o faz ainda mais rejeitado pela sociedade. Pìchar é como jogar lixo no rosto da população cujo dinheiro conserva e mantém há décadas o modesto monumento onde, segundo a historiadora Cybelle de Ipanema, o Imperador Dom Pedro I banhava-se quando visitava a Ilha do Governador.  O nome de Praia da Bica é uma homenagem a essa singela e histórica bica.
              Centenas de prédios comerciais e residenciais da Ilha, adquiridos muitas vezes pelo esforço de toda uma vida de trabalho, estão feios e desvalorizados pela ação desses verdadeiros criminosos que não respeitam nada. Não merecem nem tolerância. Basta! É hora de denunciar esses vândalos e propor à polícia maior ação contra esses bandidos.

joserichard@uol.com.br

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mistério. Duas semanas de mortandade de peixes nas águas que banham a Ilha do Governador

Peixes mortos e sujeira nas paias da Ilha durante as últimas semanas

               Ainda permanece em completo mistério a mortandade de peixes tipo Savelhas na Baía de Guanabara. Os técnicos e biólogos do Inea – Instituto Estadual do Ambiente, órgão do governo responsável por monitorar a qualidade das águas, já realizaram diversas pesquisas e, enquanto os testes dos laboratórios não ficam prontos, apenas levantam hipóteses para justificar o fenômeno. O descarte realizado por pescadores estaria sendo deixado de lado pelo fato de que há três semanas que os peixes não param de aparecer mortos por toda baía.
             Nas conjecturas dos especialistas do Inea, está a possibilidade das águas estarem fora dos padrões de salinidade e com poucos resíduos orgânicos trazidos pelas águas dos rios, em consequência da escassez de chuvas. Uma bióloga do Inea chegou a declarar esta semana, que está difícil diagnosticar a grande quantidade de Savelhas mortas porque a espécie é pouco estudada em razão do baixo valor comercial. A sinceridade dos técnicos é um fato bom e sinal de humildade diante do inexplicável. Ninguém se atreve a garantir nada, até o resultado dos testes de laboratório, cujo diagnóstico ainda demora alguns dias. 
              Diante das especulações em torno do mistério tenho as minhas desconfianças. Acho que pode ser a mãe natureza que está dando um sinal que alguma coisa está errada nas águas, que sofrem com a poluição há muitas décadas, e sábia, escolheu as Savelhas para pagarem o pato, já que esses peixes não têm valor algum, como disse a bióloga. Por outro lado, e, encarando com seriedade e preocupação o fenômeno, acho importante que parte da população entenda que é necessário mudar imediatamente a atitude predatória contra o meio ambiente e pare de jogar lixo e líquidos químicos irresponsavelmente, principalmente nas águas. O recado das Savelhas e da falta de chuvas em todo Brasil precisa de reflexão e atitudes imediatamente. Qualquer que seja o resultado dos laboratórios, somos os culpados.

joserichard@uol.com.br

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Passeios turísticos de barcas, nos fins de semana, são opção para lazer


Passeios bela Baía de Guanabara podem ser opção para lazer dos insulanos

             Logo que entrem em operação as quatro novas embarcações no trajeto Ilha x Centro, prometidas por Pezão, durante a campanha eleitoral, vou sugerir ao governador que determine à Concessionária CCR, a criação de viagens turísticas nos finais de semana e feriados. A ideia não deve ser nova, mas é muito boa para proporcionar lazer e divertimento para a população da Ilha do Governador, que não tem muitas opções para relaxar e, além disso, é um programa interessante para quem não conhece a Baía de Guanabara. 
              Muitos insulanos não usam as barcas para o deslocamento para o trabalho e, mesmo quem usa diariamente, não percebe as belezas e pontos turísticos que estão no entorno do trajeto até a Praça XV. Nem que seja apenas uma embarcação no sábado e outra no domingo, a programação poderá atrair moradores de bairros próximos e se tornar uma novidade para o lazer da população da cidade. Conversei sobre o assunto com diversas pessoas e amigos e todos gostaram da ideia destacando a confraternização que poderá ser gerada entre os passageiros. O trajeto pode ser simples incluindo Paquetá, Niterói e imediações do Pão de Açúcar. A experiência poderá proporcionar histórias, novas amizades e naturalmente muitas fotos da ponte Rio Niterói, da Ilha Fiscal e de outras paisagens lindas que a Baía de Guanabara oferece ao mundo, mas que muitos moradores do Rio de Janeiro ainda não conhecem.
              A Ilha tem vantagens que a sua geografia oferece e que nenhuma outra região da cidade possui. É necessário que haja criatividade, vontade e determinação para criar mais alternativas de diversão, serviços e negócios aproveitando os espaços marítimos em torno de toda Ilha. O tempo passa rápido e as oportunidades que a Ilha poderia aproveitar ficam para trás, enquanto a cidade se moderniza. Ou tem alguém interessado na estagnação do nosso desenvolvimento? Pode ser.

joserichard@uol.com.br

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Miséria aumenta e atinge oito milhões de brasileiros


Casas em condições precárias abrigam famílias que vivem na completa miséria

              O Governo Federal divulgou nesta semana que a quantidade de pessoas miseráveis no Brasil aumentou em 2014. Agora são mais de oito milhões de brasileiros, que vivem e sofrem, na absoluta miséria, quase sem ter o que comer. Enquanto isso, as denúncias de corrupções milionárias, que beneficiam gente do próprio governo aumentam e estão sem controle. Além disso, centenas de escolas e hospitais continuam em estado precário em muitas cidades prevendo um futuro pior para mais brasileiros. Parece que nada muda nesse triste cenário de desonestidade e conivência com a desfaçatez. 
               Com essa notícia, curiosamente divulgada após o resultado das eleições, ficamos sabendo que a situação está muito ruim, e piorando, para grande parte de brasileiros. Não é justo. É desumano!
              Esse tempo pós eleições tem sido de notícias péssimas: aumento de energia, aumento da gasolina, dólar nas alturas e perspectivas sombrias na economia para os próximos meses. Esse clima de aumentos e incertezas nos permite entender, o que já sabíamos e a imprensa denunciava. A gravidade das contas públicas estavam contidas para não atrapalhar a estratégia do próprio governo, que acabou comemorando o sucesso desse plano com a reeleição da presidenta. Os meios utilizados fortaleceram a ilusão de que os brasileiros vivem num país sem crises. A verdade chega agora como um fardo que não acredito que todos possam carregar diante das incertezas que o futuro prepara, sobretudo, para esses oito milhões que vivem na extrema pobreza.
              Nossa luta deve ser pelo Brasil, mas começa pela Ilha do Governador onde precisamos garantir mais qualidade vida para todos os moradores sem exclusões, melhorando a mobilidade urbana e outras prioridades que conhecemos, coisas que só vão acontecer se exigirmos das autoridades a atenção que a região merece por sua importância estratégica na cidade. Não vamos desistir!
joserichard@uol.com.br

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

PM precisa agir para resgatar a confiança dos moradores da Ilha

               A aparente tranquilidade que a Ilha vivia antes da queda do comandante do 17º BPM, escondia uma trama criminosa que envolvia corrupção e atitudes de omissão da PM.  O preço pago pela conivência de setores da PM com tráfico de drogas enriquecia policiais que a sociedade confiava nas ações para defendê-la. Foi uma grande decepção. A sensação de segurança que muitos de nós atribuímos quando atravessamos a ponte tinha bases criminosas e não se sabe há quanto tempo. A PM retribuía os acertos com simbólicas e pontuais ações, provavelmente combinadas com os fora da lei. Nessas ocasiões só eram apreendidas armas velhas e pequenas quantidades de drogas. 
              Com a prisão do ex-comandante e tornado público o esquema de parceria com traficantes, a sociedade insulana ficou chocada e com medo das consequências de ações dos criminosos que, sem a facilidade de agir no comércio de drogas e acuados, mudariam suas ações para crimes no asfalto . A “paz” aparente teria chegado ao fim e ainda existe uma grande desconfiança de quem olha para o futuro de que o clima pode piorar. Todavia o alto comando da PM agiu rápido e colocou no comando do 17º BPM o Tenente Coronel Wagner Nunes, policial com 26 anos de experiência e cujas ações iniciais teriam desarticulado os esquemas de propinas. A continuidade dessas ações é uma das metas do comandante Wagner que tem atuado pessoalmente em diversas incursões nos pontos de tráfico e determinado à tropa vigilância permanente, de modo que a comunidade insulana resgate a confiança no comando da PM e tenha admiração por cada um dos seus policiais.
              Aproveito para registrar a marca de 1.700 edições que o Ilha Notícias completa com esta edição, nesses 38 nos de existência atuando como porta voz da população da Ilha do Governador.
joserichard@uol.com.br

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Atitudes de cidadãos

              Os insulanos se preparam para voltar às urnas neste próximo domingo (26) no segundo turno das eleições de 2014. A decisão para governador e presidente é muito importante e vai definir os rumos do Rio de Janeiro e do país pelos próximos quatros anos.  Acredito que a população da Ilha precisa refletir não somente sobre qual será a melhor escolha de voto, mas também avaliar certas posturas enquanto cidadãos atuantes na sociedade. Assim como esperamos um país melhor com o resultado das eleições, qualquer que sejam os vencedores, precisamos também mudar muita coisa na Ilha.
             Não imagino que possamos transformar a região num paraíso, mas como cidadãos, temos a obrigação, não apenas de cobrar, mas, sobretudo, de dar exemplos. A má notícia é que além do descaso das autoridades públicas, uma parte da população também contribui para a desordem nas ruas.
             Faz parte da rotina de muita gente: jogar papel no chão, estacionar sobre as calçadas, atravessar a rua perto de uma passarela ou da travessia de pedestres, fazer fila tripla em frente aos colégios na hora de saída, atrapalhando o trânsito, e dezenas de outras atitudes, cujo transtorno para a cidade provoca imagem negativa e péssimo exemplo para as gerações do futuro. 
              Os bons exemplos de cidadania devem ser praticados todo tempo. Muitas vezes são atitudes que precisam um pouco de esforço e nos afastam da zona de conforto com que nos acostumamos. Mas quem quer governantes sérios deve fazer a sua parte para ter direito de exigir. A mudança está em cada um de nós e as eleições podem ser um bom momento para essas reflexões. Como esperar que alguém possa governar com competência um povo cuja cartilha de cidadania só tem os seus direitos. A vida nas ruas, no trabalho e na comunidade também requer atitudes do cidadão.
 
joserichard@uol.com.br

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Qual o papel e a força da Ilha do Governador no cenário político do Rio de Janeiro

Aeroporto, estaleiros, unidades militares. comércio forte e cerca de 300 mil habitantes são credenciais 
da Ilha do Governador para ter mais força política

              Depois que passar essas eleições, as lideranças e instituições locais devem repensar o papel da Ilha do Governador no cenário político da cidade e tomar atitudes para mudar essa posição de coadjuvante. A Ilha não deve ser considerada um simples bairro, mas uma região com 19 bairros densamente habitados e uma população perto de 280 mil pessoas. Esse número de habitantes pode ser comparado aos municípios mais populosos do estado os quais com área maior perdem longe da Ilha, que conta com cerca de 15 mil habitantes por quilometro quadrado.
Entretanto, na última década a representatividade e a força política da região encolheu.
             É inadmissível que o indicado para a subprefeitura não seja um morador da Ilha, num atestado desmoralizador que nenhum insulano tem a confiança do prefeito nem capacidade e liderança para assumir o cargo e as suas responsabilidades. Em razão dessa realidade, é bom que ninguém reclame da dificuldade do tempo e adaptação necessária que o representante do prefeito precisa para entender a região.
             Sem força política, a Ilha fica sujeita a situações constrangedoras como engolir e calar diante de uma ciclovia ridícula, pintada em cor vermelha nas laterais das pistas da Praia da Bica colocando em risco os ciclistas, que ficam absolutamente sujeitos a atropelamentos. Também é vergonhosa a forma contemplativa que se assiste a existência de dezenas de cavalos nas nossas principais vias e praças sendo açoitados de modo perverso por menores e obrigados a pastar nos canteiros que dividem as pistas da Estrada do Galeão. Outra contradição é a absoluta confusão gerada nas ruas pelas kombis ilegais que transportam milhares de insulanos sem a mínima segurança e provocam o caos no trânsito, além de confusão e algazarra nos pontos que antes eram dos ônibus. Sobra subserviência. É esse o papel da Ilha?

joserichard@uol.com.br

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Pezão quer revolucionar a educação no Estado do Rio de Janeiro

            Tenho certeza que muitas coisas podem melhorar no nosso Estado depois que ouvi o governador Pezão, durante encontro na Ilha do Governador, nesta semana. Ele anunciou que se vencer a eleição vai adotar dois turnos em todas as escolas de ensino médio. Disse estar convencido de que o estado do Rio de Janeiro, que acaba de conquistar o 3º lugar — antes era o 15º — no ranking de qualidade de ensino no Brasil, precisa melhorar ainda mais para se desenvolver e vencer os desafios do futuro. Investimento pesado na educação é a receita do governador. Pezão citou o exemplo de sua cidade natal, Piraí, onde ele revolucionou a qualidade de ensino quando foi prefeito e onde hoje os mais de dois mil alunos da rede pública possuem tablets fornecidos pela prefeitura e usam o equipamento para pesquisas e consultas na internet, que é gratuita em qualquer lugar daquela cidade. Sobre o assunto, Pezão garantiu que vai colocar internet em todas as cidades do Estado se for eleito governador.
              Conheço a carreira e seriedade do governador Pezão, homem de bem, cujo perfil político é de um trabalhador incansável que já ocupou cargos como prefeito, secretário de obras do estado e vice-governador, entre outros. Sempre foi bem sucedido e reconhecido como um realizador de sonhos e vencedor de desafios. Esse histórico o credencia como um excelente executivo e político preparado para comandar o nosso estado nos próximos e difíceis anos, quando a experiência e seriedade do governador do Estado serão colocadas à prova. O eleitor não pode errar nessa escolha porque a possibilidade de retrocesso em setores como a segurança pública, que hoje estão sendo comandadas com seriedade pelo secretário José Mariano Beltrame, da equipe de Pezão. É importante lembrar que Pezão mantem bom relacionamento pessoal com os principais candidatos à presidência da república, característica do líder conciliador e confiável, respeitado pelos adversários e com qualidades que vão facilitar a governabilidade e o desenvolvimento do estado sob o seu comando no caso de ser eleito. A harmonia no relacionamento de
             Pezão com o governo federal e com a prefeitura do Rio de Janeiro são essenciais e devem fazer a diferença no critério de análise do eleitor indeciso. Quero o Rio de Janeiro comandado por alguém do bem que lute por este estado e por sua população. Com responsabilidade e serenidade torno pública a minha posição. Sou Pezão!

joserichard@uol.com.br

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Na campanha eleitoral das ruas, quase sempre o melhor candidato não é o que tem mais placas


O destino das placas irregulares é o lixo

               As calçadas e canteiros das ruas da Ilha, como de toda cidade, praticamente se transformaram em palco para exibição das propagandas dos candidatos às eleições. Isso é um procedimento normal e amparado na Lei Eleitoral que permite a colocação de placas, nesses locais no tamanho limite de 2x2 metros. Junto com outros instrumentos de divulgação política, como os programas de rádio e TV, as placas nas ruas são elementos para os candidatos divulgarem nome e número, de modo tornarem-se mais conhecidos . O fato negativo, que incomoda muitos eleitores, é a falta de cuidado de alguns candidatos que praticamente abandonam suas placas pelas ruas gerando a possibilidade de eventuais acidentes em função de rajadas de vento, colocando em risco os pedestres e motoristas.
              Quem escolhe candidatos usando critérios de eliminação, acredito, que vai riscar da sua lista muitos deles pelo descaso com o próprio material de campanha. O abandono de placas nas ruas deveria ser um dos fortes motivos para não receber voto algum. Ora se o sujeito não cuida e não toma conta das suas placas, como vai cuidar e ter atenção com os problemas da população. Aprendi que é nos detalhes, sobretudo, nos pequenos detalhes, que a gente conhece as pessoas. Desse modo, avaliar pelo relaxamento é um critério justo de eliminação de candidatos.
             Na verdade a placa na rua é um instrumento de propaganda institucional apenas para fixação do número do candidato. A escolha deve ser decidida através da avaliação das propostas dos candidatos. E isso é tão sério que muitas das coisas que vamos fazer no futuro dependem do resultado dessa eleição. São os políticos que vamos eleger que terão a responsabilidade de decidir por nós muitos dos caminhos que teremos que percorrer. Portanto, sugiro que você, caro leitor, estabeleça seus critérios e comece a analisar para quem vai dar os seus cinco votos.

joserichard@uol.com.br

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Ilha Notícias comemora 38 anos de fundação

              Desejamos agradecer aos leitores, anunciantes e amigos do Ilha Notícias pelo prestígio, confiança e apoio que nos proporcionam a oportunidade de comemorar mais um ano de fundação. A primeira edição do jornal circulou no dia quatro de setembro de 1976, durante o desfile da Semana da Pátria, que naquela época era realizado na Avenida do Magistério.  Hoje, depois de 1692 edições o jornal mudou de sede algumas vezes e o estilo gráfico ficou mais moderno. Entretanto, continua o mesmo nos seus propósitos e princípios. Nada nos fez mudar o rumo. Continuamos a produzir conteúdos informativos e de prestação de serviços de qualidade para os moradores da Ilha do Governador. Obstinados, olhamos em direção ao futuro e pretendemos continuar participando de modo firme e positivo na vida insulana pelo tempo e vontade de Deus.
             Consideramos importante destacar que a nossa obrigação para executar a tarefa de colocar nas ruas, semanalmente, o Ilha Notícias tem em primeiro lugar a referência de valores cristãos, completamente comprometidos com a seriedade e responsabilidade na produção das notícias e serviços de utilidade pública, que o jornal oferece gratuitamente aos seus leitores. Queremos continuar lutando cada dia com mais vigor pela Ilha do Governador, agindo, sobretudo, de modo independente como o porta voz dos moradores e a tribuna de denúncias contra o que está errado e é injusto.
              A força e importância do Ilha Notícias pode ser avaliada, atualmente, pela expressiva quantidade de exemplares da edição impressa que circula as sextas, cujo conteúdo se multiplica nas plataformas da edição virtual, na internet e nas redes sociais, contando mais de meio milhão de leitores. Isso é confiança.
             Obrigado Ilha do Governador! Estamos juntos há 38 anos.

joserichard@uol.com.br


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Poluição na Baía de Guanabara exige mais atitude

A Praia da Bica sem as línguas negras  
              
             A questão da despoluição da Baía da Guanabara é uma luta que deveria ser enfrentada de modo permanente e em conjunto por todos os governos das áreas afetadas. É inaceitável que os governos federal e estadual não contem com a participação absoluta de todas as cidades cujos rios ajudam a fertilizar as terras e desaguam na Baía de Guanabara. Essas cidades e as do entorno da Baía deveriam ter responsabilidades mais sérias no conjunto de ações pela despoluição com legislação fiscalizadora atuante e punitiva, abandonando a postura contemplativa.
              É grave e vergonhosa a qualidade da água da Baía de Guanabara, sobretudo após períodos de chuvas quando tudo o que há de podre nos rios é despejado criminosamente na Baía. Vai ser complicado esconder isso do planeta nas Olimpíadas de 2016. Há poucos meses, o prefeito do Rio declarou que o problema não será resolvido até lá, fato que não criou nenhuma polêmica porque a população também acha isso.
               Conheço o trabalho específico de algumas autoridades que trabalham sério para diminuir a quantidade de esgoto orgânico. Na Ilha já foram feitas obras que acabaram com as línguas negras na Praia da Bica e é reconhecido o esforço pontual dos dois minúsculos Ecobarcos que diariamente retiram o lixo flutuante na orla em frente ao Jardim Guanabara. 
              O problema é grave e exige soluções contundentes. É preciso denunciar, principalmente, os despejos criminosos de produtos químicos ao longo das margens dos rios até a Baía. É um absurdo o que há décadas devasta o meio ambiente e a vida marinha, além de causar doenças naqueles que se arriscam a banhar-se em águas suspeitas. Isso só terá solução através de uma nova atitude do carioca, exigindo dos governos ações permanentes e denunciando empresas e outros agentes poluidores, incluindo indivíduos cuja ignorância age como se os rios e a Baía de Guanabara fossem uma lata de lixo.
joserichard@uol.com.br

terça-feira, 26 de agosto de 2014

O uso das novas plataformas na internet destacam a credibilidade dos jornais e aumenta o número de leitores





              A participação do Ilha Notícias no 10º Congresso Nacional de Jornais realizado em São Paulo, no início dessa semana, foi importante para reposicionar as estratégias do jornal na região. Além de ampliar o inter-relacionamento com outras empresas jornalísticas, com os depoimentos de diversas autoridades mundiais sobre o avanço das tecnologias de informação como ferramenta dos jornais. A produção de notícias é, e continuará sendo, a principal responsabilidade dos jornais. A expansão das notícias na internet através dos smartfhones, tabletes e computadores estão contribuindo para fortalecer os jornais. Esse fato consolida definitivamente os jornais como a principal fonte de produção de conteúdos.  A pesquisa também identificou que os anúncios publicados nos jornais geram a maior memória e obviamente mais resultados para os anunciantes. 
              Outra pesquisa divulgada no congresso da ANJ dá conta que os jornais são campeões de credibilidade com 47%, comparado com todos os outros veículos de comunicação. Os números impressionam. Diariamente são 73 milhões de brasileiros que leem jornais impressos e mais 50 milhões que leem as notícias dos jornais nas redes sociais e compartilham multiplicando as informações de modo fantástico.
              Outro dado importante da pesquisa garante que para 53% dos brasileiros, os jornais são a mídia mais confiável.  Os jornais estão ficando cada dia mais fortes e as informações virtuais geradas por eles são as que têm mais credibilidade na internet. 
Antenado com essas mudanças, o Ilha Notícias se moderniza e além da expressiva circulação do jornal impresso conta com mais de 84 mil leitores no facebook e outros 100 mil que leem notícias no site.

joserichard@uol.com.br

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

É tempo de analisar os candidatos

              
          
              Daqui a uns 60 dias, mais exatamente no domingo, dia 5 de outubro, acontece a eleição mais importante dos últimos tempos. Os eleitores terão que escolher candidatos para cinco cargos: presidente, senador, governador, deputado federal e deputado estadual. Só preparando a cola para guardar o número de todos. E, se você ainda não sabe, a cola é permitida.
             Quero refletir com você, caro leitor, sobre as nossas responsabilidades políticas. Os bons e maus políticos são eleitos pelo nosso voto. Portanto, temos que assumir a responsabilidade e achar critérios próprios para escolher gente séria e trabalhadora para exercer com competência e eficiência os mandatos. Não há uma receita, crie seus próprios critérios para fazer uma boa seleção de candidatos. 
             Nas próximas semanas, avalie os candidatos para os cinco cargos. Não fuja desse compromisso. É preciso reservar um tempinho para analisar quais se identificam com as suas ideias. Conheça como eles se expressam, pesquise sobre suas atitudes pessoais e como são na vida profissional. Acredite, existem homens e mulheres que estão preparados para exercer o poder com competência. Conheço alguns e garanto que as coisas poderiam estar piores caso esse grupo de políticos sérios não estivessem atuando.
             Valorize o seu voto. A Ilha do Governador precisa eleger candidatos que, de alguma forma, estejam identificados e possam entender como resolver as nossas prioridades estruturais, sobretudo nas áreas básicas de saúde, educação e transporte. Procure saber o conteúdo das propostas dos que você considera merecer o seu voto. Escolha candidatos que tenham estatura para exercer com dignidade o cargo que pretendem. A Ilha precisa que você escolha bem.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A guerra traz grandes reflexões

As guerras agora atingem toda humanidade. A TV nos coloca dentro do campo de batalha

              Logo depois que terminou a Copa do Mundo no Brasil, a guerra entre Israel e o Hamas tomou conta do noticiário e as centenas de mortes anunciadas a cada dia pela imprensa, nos remete a algumas reflexões.
              Não é possível acompanhar o sofrimento de milhares de famílias em ambos os territórios e ficar indiferente. A tragédia dessa guerra sem fim, ou de qualquer outra guerra, atinge hoje toda humanidade. Os relatos instantâneos transmitidos pelos repórteres nos colocam aos campos de batalha e nos deixam tristes e perplexos. No Brasil, estamos em tempo de eleições e vivemos em um país em paz com todo planeta. Graças a Deus. Todavia acredito ser pertinente saber dos candidatos a presidente suas posições em situações de crise com outros países. Nossa guerra é outra, mas também pode produzir muitas vítimas e sofrimento, causadas pela eventual inabilidade dos comandantes, como os graves problemas de desemprego e saúde. Desconfio da nossa habilidade diplomática e confesso que não escuto nas conversas com pessoas amigas, nenhum sentimento de confiança nos países aliados apenas por simpatia ideológica, como os governos bolivariano ou cubano. Países que nosso governo tanto insiste em agradar, sem que se vislumbrem perspectivas de contrapartida para os brasileiros.
              Nossa guerra não pode ser por ideologias. Penso que nosso campo de batalha deveria ser de aproximação com países livres e democráticos que estejam à nossa frente tecnologicamente com economias fortes e que também possam nos ajudar.
              É oportuno cobrar dos presidenciáveis compromissos para estimular de modo pragmático ações que proporcionem oportunidades verdadeiras de avanços cujos desdobramentos garantam também cultura e educação ao povo brasileiro. O brasileiro merece mais oportunidades para prosperar. É essa, a nossa guerra!

joserichard@uol.com.br

Pichadores continuam a emporcalhar a Ilha

Vergonha!  

              Pichação é uma idiotice que um grupo de bobalhões resolveu estabelecer como hobby por pura exibição. Agem às escondidas pendurados em prédios durante a noite, quando produzem deliberadamente prejuízos em muros e fachadas de prédios. Normalmente, são pessoas jovens desajustadas que encontram na sujeira que fazem na propriedade alheia a satisfação das suas inseguranças.
              A ação é covarde porque acontece às escondidas e atinge moradores que convivem com as baboseiras que tornam feias e sujas suas casas, por absoluta falta de recursos para removê-las. Na Estrada do Galeão, dezenas de prédios comerciais também sofrem com as pichações e a Ilha, cuja imagem a maioria se esforça para tornar ainda melhor e mais bonita, sofre com essa gangue cuja ação ainda não é punida como merece.
              Há pouco tempo um deles foi pego agindo durante o dia no telhado de um prédio comercial da Portuguesa. Em flagrante disse que teria sido pago para fazer o serviço. Tinha em seu poder uma relação de prédios e os símbolos que deveriam ser pichados.  É inacreditável, mas o elemento não foi preso a pedido da mãe que se comprometeu a corrigir o hábito do bobalhão e pagar os prejuízos. Já se passaram algumas semanas e o condomínio não recebeu nenhum centavo de indenização. Bem feito! 
             Portanto, tenho que corrigir o início dessa coluna e incluir as pichações como bico para alguns malucos, que são usados por paranóicos que contratam otários para marcar territórios com seus desenhos horríveis nos nossos muros ou edifícios. Desvalorizando os imóveis e deixando parte da nossa Ilha feia. É importante denunciar a ação desses vândalos irresponsáveis.

joserichard@uol.com.br

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Estaleiro EISA atrasa salários e trabalhadores protestam na Estrada do Galeão



Manifestantes do Eisa querem o pagamento dos salários atrasados

              A manifestação dos trabalhadores do Estaleiro Eisa que resultou na ocupação da Estrada do Galeão na manhã da última segunda (14) é um fato inédito na Ilha. Nunca antes nenhum grupo de trabalhadores tinha realizado protesto nessa importante e única via de acesso da Ilha. Dezenas de comerciantes fecharam as portas com medo de algum excesso, mas o movimento foi pacífico sem nenhum ato de violência. O único problema foi o congestionamento provocado pelo bloqueio, por cerca de 30 minutos, nos dois sentidos do trânsito da principal via de acesso à Ilha. Esse fato é grave até mesmo em manifestações justas como essa dos trabalhadores do Eisa, porque impedem o deslocamento de milhares de pessoas cujos compromissos podem ser importantes para suas vidas. 
             A presença da tropa de choque da PM e o barulho de bombas criou um clima de pavor entre as pessoas que circulavam pelas proximidades ou estavam nos pontos de ônibus. Como ninguém se feriu, o saldo do movimento dos trabalhadores alcançou os objetivos dos organizadores que conseguiram repercussão nacional sobre o terrível problema que vivem sem o pagamento dos salários há 90 dias. Nos bastidores, funcionários denunciam que o atraso no Eisa não é por falta de trabalho. O estaleiro tem diversas encomendas de navios e seu complexo industrial ainda tem muito serviço até 2018. Um dos sindicatos acusa a empresa de má gestão e desvio milionário de recursos. Já a direção do estaleiro diz que busca dinheiro no mercado financeiro para colocar em dia a folha de pagamento antes do final de julho. Na imprensa, entretanto, a notícia é de que os donos do Eisa querem vender o estaleiro, mas as negociações são lentas. Outra hipótese mais cruel é a de que podem estar usando o sofrimento dos trabalhadores para obter recursos públicos a fundo perdido. O governo de plantão ajuda e ganha a simpatia e os votos dos três mil trabalhadores submetidos a pressão dos salários atrasados. Qualquer que seja a verdade é um jogo cujos escrúpulos não existem.

joserichard@uol.com.br

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Brasil virá renovado e mais forte na Copa de 2018


O craque Neymar em 2018 poderá ser o melhor do mundo

                 A Copa acabou domingo sem o time do Brasil na final e sem sentido para os brasileiros. Principalmente para os cariocas. Não tivemos a oportunidade de assistir e torcer pela seleção no Maracanã, que não realizou uma única partida no Rio de Janeiro. Pior, perdemos os jogos e pagamos o pato. O dinheiro das obras de reforma do Maracanã, que custaram cerca de 1 bilhão saiu, em grande parte, do governo do estado, ou seja dos impostos extorsivos que pagamos. É uma sensação muita chata, o Brasil não chegar à final e ser desmoralizado com uma goleada épica.
                Agora é ganhar fôlego para recuperar os prejuízos morais futebolísticos e os financeiros. Muita gente acha que fecha julho no vermelho diante dos feriados e meios feriados que as autoridades determinaram de modo compulsório. Alguns desses feriados foram injustificáveis para nós que estamos distantes cerca de 20 km do Maracanã e os jogos não eram do Brasil. E quando asseguro que muitos tiveram prejuízos, falo principalmente dos profissionais liberais cuja renda só é gerada com o seu próprio trabalho, como os médicos, dentistas, advogados e tantos outros pequenos negócios que dependem de cada dia com as portas abertas para fechar as contas no final do mês. Nas lojas com mercadorias promocionais da Copa, a catástrofe dos 7 a 1 acabou com todas as expectativas de venda na última e principal semana da Copa. O lucro ficou nos estoques encalhados.
                 A Copa acaba em clima de tristeza e decepção para os brasileiros. Mas a sabedoria garante que quando uma fase acaba, por pior que seja, é preciso mostrar força e entusiasmo para levantar a cabeça, trabalhar muito, virar a página e provar que somos um povo vitorioso cujo orgulho pela pátria supera com otimismo todas as dificuldades. Atitudes positivas garantem prosperidade e felicidade. Agora é preciso pensar no sucesso que nos aguarda este segundo semestre de 2014 e que a seleção virá renovada e forte em 2018.  Viva o Brasil!

joserichard@uol.com.br

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ecobarcos ajudam na despoluição da Baía de Guanabara


Ecobarco faz limpeza perto da Praia da Bica

              Nesta semana postei no facebook uma imagem de Ecobarcos em ação perto da orla da Ilha o Governador. Fiquei feliz e difundi a novidade porque agora são duas embarcações no trabalho diário de retirar o lixo que polui nossas águas. Tenho acompanhado o serviço do pessoal que opera essas embarcações e posso testemunhar que estão fazendo um trabalho sério, e todas as manhãs a equipe sai cedo do cais do Iate em busca de lixo.  
              Reconheço que ainda é muito pouco para a despoluição da baía, mas considero que é atitude correta elogiar e incentivar para que as autoridades ou órgãos responsáveis sintam-se estimulados e obrigados a multiplicar a quantidade dos Ecobarcos. Acho que a crítica em qualquer atividade – até no serviço público — é sempre necessária, como atitude racional e para que o desempenho melhore e não pare.
Não acredito que seja correta a atitude de uma minoria, incapaz de participar de nada, mas que está sempre contra tudo, sem nenhum motivo que justifique o mau humor. São contra os Ecobarcos porque consideram o resultado muito modesto. Mas é melhor do que nada, não é verdade? 
               Vai ser difícil despoluir a baía até as Olimpíadas, mas pequenos e grandes projetos estão sendo executados em busca desse objetivo cujos beneficiários seremos todos nós, principalmente quem mora nesta maravilhosa Ilha que hoje ainda é cercada de muita água poluída por todos os lados. Acredito que mesmo com essas tardias ações do homem, a natureza vai agir com mais força e a qualidade da água pode melhorar muito nos próximos anos, com praias em condições saudáveis de banho. O resultado positivo obtido no Manguezal do Jequiá, que há 37 anos era quase um lixão sem vida, me anima a pensar assim – passe por lá e veja você mesmo — para estimular os Ecobarcos a continuarem o trabalho de gota em gota.  

joserichard@uol.com.br

terça-feira, 1 de julho de 2014

Na Ilha, vans e kombis irregulares agem livremente

No Cacuia, como nos outros pontos da Ilha, vans e kombis tomam 
todo espaço, prejudicando passageiros dos ônibus e o trânsito

              Chega a ser assustador o barulho que fazem motoristas e cobradores de vans e kombis que operam no transporte alternativo de passageiros no ponto de ônibus localizado na esquina das Ruas República Àrabe da Síria e Colina. Empresas e clientes de atividades que funcionam nos prédios em frente ao ponto são os que mais sofrem e vivem estressados diante do ruído provocado pela gritaria dos alto-falantes, instalados nesses veículos, para “capturar” passageiros. Em outros pontos de ônibus, como os que ficam em frente ao Mundial, no Cacuia; ao Shopping Ilha Plaza; na Portuguesa ao Banco do Brasil e junto ao Bradesco, no Cocotá, as reclamações contra as vans são pelo congestionamento e confusão que provocam, impedindo a operação de embarque e desembarque dos passageiros de ônibus. Entretanto na esquina da Rua Colina esses inconvenientes além de se repetirem, se multiplicam com a disputa de passageiros aos gritos, principalmente no final do dia.
              O problema é pontual e desafia as autoridades há alguns anos. Ao que parece essa estabilidade de irregularidades se mantém por omissão inexplicável das autoridades responsáveis. Como alguém que gosta da Ilha e tem responsabilidades públicas pode tolerar essa confusão cuja bagunça envergonha aos insulanos. Um absurdo! As pessoas que eventualmente circulam por aquela calçada sofrem assédio para entrar nas vans e alguns motoristas chegam a estacionar seus veículos, ocupando o ponto de ônibus por vários minutos, até que a lotação esteja completa, num gesto de desrespeito contra os ônibus que tentam atender seus passageiros. Onde estão as autoridades que tem a obrigação de agir permanentemente nesse local para disciplinar o embarque e desembarque de passageiros dos ônibus e das vans de modo seguro, sem tumulto e barulho?

joserichard@uol.com.br

terça-feira, 24 de junho de 2014

Feriado absurdo

                 



              Absurdo o feriado no Rio, desta 4a feira (25). Prova da incompetência generalizada das autoridades que assim pretendem parar a cidade para evitar eventuais mobilizações de grupos, protestos ou invasão do estádio. Nem é jogo do Brasil, no Rio, para tanta preocupação, e o esquema de segurança em torno do Maracanã já funcionou no último jogo. Desviar o trânsito para longe do estádio seria suficiente.
              O prejuízo dos profissionais liberais e do comércio está insuportável nesta Copa. Por que a Ilha do Governador, distante 20km do Maracanã tem que parar. Incrível essa decisão...

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Aterro do Cocotá às escuras coloca em risco a população



Passageiros das barcas correm perigo à noite 

              A falta de iluminação no Parque Poeta Manuel Bandeira – mais conhecido como Aterro do Cocotá – é um problema que atinge a todos nós moradores da Ilha e não apenas aos vizinhos das redondezas ou aos passageiros das barcas que chegam à noite do Centro da cidade. A escuridão e a falta de policiamento têm estimulado a presença de travestis, prostitutas, usuários de drogas e assaltantes, grupos que tornam o lugar perigoso à noite, quando figuras estranhas se escondem pelos cantos.
               Inaugurado na gestão do prefeito Marcos Tamoyo, em 1979, o Aterro do Cocotá se estendia até a Rua Praia de Olaria. Foi projetado para ser um parque de multiuso com atividades culturais, esportivas e de lazer. A região era literalmente um banhado cujas obras de aterro movimentaram muita terra e a urbanização custou caro aos cofres públicos.  
               O Aterro do Cocotá é o maior parque público da região e abriga dois órgãos importantíssimos como o Fórum da Justiça e o Detran, além do Terminal das Barcas e a Lona Cultural, onde são realizados interessantes apresentações artísticas. Manter o parque bem iluminado, limpo e com policiamento é uma obrigação das autoridades e respeito à população que paga impostos caríssimos. Tenho certeza que muitas famílias poderiam desfrutar do espaço do parque como uma extensão de seu cotidiano, muitas vezes presos em apartamentos de prédios sem varanda e área de lazer. Imagino um dia o uso sadio do Aterro para as suas finalidades projetadas e eventos culturais e esportivos simultâneos na Lona e nas quadras de skate, futebol e tênis.
               Deixar de lado a conservação dos equipamentos públicos é dar pouca importância ao povo que poderia utilizá-lo e ter uma vida mais agradável. O parque precisa de segurança, limpeza e conservação. O seu uso inadequado e a presença de figuras estranhas é fruto do seu abandono pelas autoridades. 

joserichard@uol.com.br

Ilha não pode ser depósito de carros abandonados

Muitos veículos estão abandonados em praças, calçadas e terrenos baldios

              Proliferam na Ilha do Governador carros abandonados por diversas ruas e bairros. As vezes moradores deixam seus veículos sem as mínimas condições de uso em frente a própria residência por anos intermináveis, causando transtorno aos vizinhos e sujeira em torno do carro que apodrece a cada dia e acaba se tornando um péssima referência na rua.
              Pior é quando desconhecidos abandonam veículos em péssimo estado em ruas ou sobre as calçadas. Em pouco tempo, viram carcaças inúteis em virtude da canibalização que acontece durante a noite por marginais. Esses veículos acabam se transformando em montes de metal, sem rodas, motor e bancos, servindo principalmente para esconderijo de marginais ou foco de mosquitos, baratas e ratos. O incômodo à vizinhança é grande e parece não existir nenhuma ação constante das autoridades para remover esses carros abandonados.
              O mato nas laterais da estrada que vai para Tubiacanga já foi um verdadeiro cemitério de carros abandonados. Muitos desses veículos eram roubados, incendiados e jogados nas madrugadas pela região. Agora a quantidade é menor, talvez pelas obras do novo Posto do Detran ao lado do Parque Royal. Havia também a denúncias de que alguns desses carros faziam parte do “golpe do seguro”. Um esquema era planejado para os veículos sumirem e os proprietários receberem o seguro. Essas ações criminosas somadas ao simples abandono, porque o donos não tinham condições de consertar o veículo, geraram uma grande quantidade de carcaças que produzem doenças e servem de esconderijo para atos criminosos. Imagine os problemas que um carro abandonado na porta da sua cada por meses é capaz de produzir.
Cabe às autoridades agir logo. A Ilha não pode se transformar no depósito de carros abandonados da cidade. 

joserichard@uol.com.br

As dificuldades no trânsito só aumentam

Os engarrafamentos são rotina para sair da Ilha pela manhã

                   A cada dia fico mais preocupado com os problemas recorrentes no trânsito da Ilha. Algumas kombis e vans exageram na indisciplina circulando ostensivamente em alta velocidade pelas ruas e desobedecendo todas as regras de trânsito, ao mesmo tempo em que colocam em risco outros veículos e pedestres. Sem falar da barulheira infernal e dos gritos que anunciam trajetos e chamam passageiros. Uma vergonha! Fora isso, é impressionante a volta dos congestionamentos, que agora são diários e atrasam a vida de milhares de pessoas que ficam presas na Estrada do Galeão obrigadas a ficar dentro de ônibus e outros veículos sem alternativas do que fazer, senão esperar.
              Esse tempo perdido nos engarrafamentos é irrecuperável e o estresse dessas horas na prisão veicular tem sido a razão de justificado mau humor de muitos insulanos. Além de obrigados a acordar mais cedo, os insulanos estão chegando atrasados ao trabalho, escolas e outros compromissos sérios. Os culpados existem e sabemos quem são. A dificuldade de mobilidade urbana chegou a limites incríveis e o pessimismo toma conta de quem precisa se deslocar diariamente nas vias da Ilha e da cidade. A justificativa em alguns lugares do Rio são as obras, mas na Ilha, infelizmente não aconteceu nada a não ser o início da construção de uma Vila Olímpica que está parada e se deteriorando há quase um ano.
              Estou na torcida do hexa da equipe canarinho. Espero que o Brasil vença a Copa, sobretudo para amenizar a indignação geral que flutua no ar. Torço que possamos realmente viver, após a Copa, os legados nos estádios e nas ruas e, por isso, estou animado. Uma boa alternativa para assistir os jogos do Brasil é a quadra da União da Ilha que terá um telão e a entrada é grátis.

joserichard@uol.com.br

quarta-feira, 4 de junho de 2014

A Ilha tem soluções de mobilidade urbana



A falta de planejamento e vontade política deixa de lado o transporte 
marítimo para atender a Ilha do Governador


              A mobilidade dentro da Ilha do Governador tem sido assunto cujas opiniões convergem para uma avaliação muito ruim. Está difícil circular pelas nossas vias. O motivo é o aumento de veículos nas ruas e a tumultuada presença de kombis e vans que fazem o transporte alternativo. Outro elemento é a grande quantidade de caminhões com destino à Cosan e Shell, que atravessam a Ilha tornando a Estrada do Galeão mais lenta e as estreitas ruas da Ribeira perigosas para os moradores.
              Quando o terminal de barcas foi transferido da Ribeira para o Cocotá, em 2006, a expectativa era valorizar o transporte marítimo levando muitas pessoas a utilizarem as barcas, fato que diminuiria a quantidade de carros e ônibus na Estrada do Galeão, pelo menos, durante o período da manhã e início da noite. Nesses períodos, o movimento é mais intenso e os congestionamentos uma rotina. Essa expectativa ainda não se tornou uma realidade principalmente por dois importantes fatores: o serviço de barcas é ruim, com horários inconfiáveis que não atendem à população. Outro aspecto é que nunca foram implantados os sistemas de ônibus circulares com sentidos inversos e destino principal ao terminal das barcas. 
                As soluções não são complexas para resolver a mobilidade na Ilha. Entre outras medidas é preciso regulamentar e fiscalizar o serviço das vans, que considero essencial como alimentador das vias principais onde circulam os ônibus. Também é necessário estabelecer horários para a carga e descarga nas grandes empresas da Ribeira, de modo a evitar que caminhões com cargas tóxicas disputem espaço nas ruas estreitas com outros veículos e até ônibus escolares. Na questão das barcas, acredito que os ônibus circulares e a criação de um bilhete único (van x ônibus x barca) seja solução para o transporte de milhares de pessoas ao Centro através de barcas cujos horários tenham intervalo de 30 minutos de segunda à sexta entre 6h e 23h.

joserichard@uol.com.br