segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Uma crise sem fim

O Juiz Sérgio Moro que comanda as 
investigações da Operação Lava Jato

              Enquanto o governo federal exagera em planos para aumentar e criar mais impostos destinados a cobrir os gastos da sua própria má gestão, a população vê dilacerada as suas finanças e milhares de empresas já fecharam as suas portas nos últimos meses, causando desemprego em massa. O desenvolvimento estancou. 
             Este ano começou pior que 2015, e, a perspectiva é de mais sofrimento para os brasileiros sem prazo para terminar. É um cenário desanimador. A corrupção e a desonestidade na administração do dinheiro público parecem estar em quase todos os lugares. Há algum tempo que o noticiário nacional aponta números assustadores de desonestidade no exercício de cargos públicos sem que haja um fim das denúncias no horizonte. A cada dia novas descobertas de roubos são anunciadas. Pobre povo.
            Na Ilha, o estaleiro EISA foi obrigado a demitir, recentemente, cerca de 3 mil trabalhadores criando uma legião de desempregados, cujas famílias passaram a viver momentos de verdadeiro desespero, com forte reflexo na economia da região. 
             O pior é que nada está sendo feito para mudar o cenário. O brasileiro está condenado a pagar essa conta absurda, em consequência das atitudes erradas de muitos incompetentes e ladrões que usam cargos públicos de modo desonesto. É péssimo o exemplo que fica para os jovens e as gerações futuras, cujas referências de enriquecimento e valores morais estão mais próximas do submundo do crime.
            Milhares de jovens brasileiros se formam a cada semestre nas universidades e encontram o mercado bloqueado por absoluta falta de vagas em um país que a economia está parada na expectativa dos desfechos políticos e onde o único brasileiro de coragem parece ser o juiz Sérgio Moro.