terça-feira, 12 de julho de 2016

A INTEGRAÇÃO POR BARCAS, DO AEROPORTO TOM JOBIM - GALEÃO COM O CENTRO E RODOVIÁRIA, É UMA OPÇÃO DE MOBILIDADE QUE PRECISA SER ESTUDADA

É absolutamente necessário aproveitar a Baía de Guanabara 
para ampliar as opções de deslocamento de moradores 
da Ilha e usuários do Aeroporto

              O consórcio que administra o Aeroporto Tom Jobim está inaugurando nas últimas semanas obras em diversos setores do complexo aeroviário, instalado no território da Ilha do Governador. Com a ampliação e modernização das instalações da principal porta internacional de entrada ao Brasil, a antiga estrutura do velho aeroporto do Galeão, existentes no amplo Terminal 1 ficam praticamente obsoletas por culpa da Infraero que nunca soube conservar o prédio e seus equipamentos. 
              Um dos mais desagradáveis transtornos de quem usava o antigo aeroporto para viajar ou tratar de outros assuntos, era o estacionamento pequeno, sujo e caro. Agora, embora o preço continue caro, foram construídos prédios que podem receber centenas de veículos e possibilitam maior acesso aos terminais.
             Outras medidas estão sendo tomadas pelo consórcio para ampliar os serviços de quem chega ao Rio como a criação de uma linha de ônibus ligando o aeroporto à cidade de Búzios. A novidade sinaliza que existem gestões que podem prosperar para transformar o complexo aeroportuário em um amplo polo logístico de passageiros.
              Todavia, ainda não foi planejada uma importante solução para facilitar a ligação do Tom Jobim com o Centro da cidade. A idéia de criar uma linha marítima do Tom Jobim com Aeroporto Santos Dumont e a rodoviária Novo Rio é uma proposta que deveria fazer parte da agenda daqueles que tem responsabilidade com o futuro do Rio de Janeiro. 
             Os constantes congestionamentos e falta de segurança já deveriam ter provocado estudos para o uso de barcas para transporte de passageiros e cargas. A medida seria uma grande conquista para os passageiros e tripulantes que vivem sob tensão pré-vôos diante da possibilidade de engarrafamentos e a falta de segurança no trajeto para acesso ao aeroporto, sobretudo na Linha Vermelha.