sexta-feira, 7 de outubro de 2016

MOTORISTAS DA ILHA SOFREM COM A ONDA DE QUEBRA MOLAS, E FECHAMENTO DE RETORNO PROVOCA PROTESTO DOS COMERCIANTES

 Lombada em rua de mão única e subida
 Ruas internas recebem trânsito intenso para retornar
 O retorno foi fechado e o trajeto para os veículos 
ficou mais longo, e por ruas estreitas

             As atitudes do poder público jamais podem estar acima dos direitos e vontade da maioria da população. A ridícula proliferação de quebra – molas pelas ruas da Ilha do Governador, talvez para atender apenas um ou outro indivíduo que quer provavelmente apenas entrar e sair da sua garagem com mais conforto e tranquilidade é um tremendo absurdo e agride o bom senso.
             As dezenas de lombadas espalhadas em ruas tranquilas e de pouco trânsito deixam claro esse favorecimento grosseiro e acaba por prejudicar os demais moradores e motoristas que não concordam com o equipamento e cujos veículos, muitas vezes, tocam com o fundo na lombada mal feita e sem a sinalização adequada, causando prejuízos aos veículos e sustos nos passageiros.
             É a mesma coisa com o fechamento do utilíssimo retorno da Estrada do Galeão, logo após a delegacia no sentido entrada da Ilha. Comerciantes reclamam dos prejuízos e os motoristas dos transtornos e a lentidão provocada no trânsito. As ruas internas, como a Sargento João Lopes e Açaituba, utilizadas como alternativa para substituir o retorno, não tem estrutura para receber o fluxo de veículos que buscam o outro lado da Estrada do Galeão gerando um intenso congestionamento que causa dor de cabeça aos motoristas.
            Não sei de quem foi a ideia de fechar o retorno e instalar vários quebra molas pela Ilha, mas conseguiu com duas tacadas desagradar todo mundo. Acho que com o tempo algumas dessas lombadas serão retiradas e o retorno terá que ser reaberto logo. Muitas pessoas estão indignadas, sobretudo com o gasto público desnecessário.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

VIOLÊNCIA AMEAÇA A TRANQUILIDADE DOS MORADORES DA ILHA DO GOVERNADOR

              Ingredientes inquietantes como motoqueiros atacando vítimas à noite, moradores de rua e cracudos vindos de todas as regiões da cidade – que são trazidos pela prefeitura ao centro de acolhimento Stella Maris no Galeão, onde não são obrigados a ficar – passaram a se instalar nas ruas da Ilha e dormem, durante o dia e à noite, nas passarelas e embaixo das marquises. 
             Reunidos em pequenos grupos, algumas dessas pessoas já transformaram em lares os espaços entre os pilares dos viadutos existentes na saída da Ilha e no acesso ao aeroporto. Lá, já vivem há alguns meses despreocupados e ocupando cada dia mais espaço.  
Sem família nem perspectivas de futuro, elas costumam, pedir esmolas nos sinais e perto dos bancos, ou agem como flanelinhas ilegais, fingindo tomar conta de carros estacionados sobre calçadas ou lugares proibidos. 
             Não há nenhuma política pública em execução para conter essa invasão que traz insegurança e medo para a população. E não é justo que as ruas da Ilha se transformem em uma região para experiências sociais não planejadas pelas autoridades públicas que acham suficiente recolhê-los das ruas da cidade e abandoná-los na Ilha.
            Junto a isso, motoqueiros que utilizam motos sem placas e por razões desconhecidas não são abordados pela polícia durante o dia, podem ser um dos motivos que geraram a onda de pequenos crimes que estão sendo cometidos em todos os bairros da Ilha. A coisa é assustadora e parece estar fugindo do controle das autoridades que talvez nem tenham policiais suficientes para toda a região. 
             Os problemas de segurança aumentaram, e a Ilha do Governador começa a perder um dos maiores diferenciais de outras regiões da cidade, que era ser mais segura. Hoje, quando um motoqueiro se aproxima à noite de alguém, já é motivo de preocupação e medo. Por precaução, tem gente que já levanta as mãos desconfiada de que possa ser um assalto. A Polícia Militar precisa agir rápido para conter essa onda.