sexta-feira, 28 de outubro de 2016

CONHEÇO O SENADOR CRIVELLA E QUERO O BEM DA ILHA, DA CIDADE E DO SEU POVO

Crivella durante uma reunião da Associação 
Comercial da Ilha do Governador em 2014

             Conheço o senador Marcelo Crivella e vou votar nele. Tenho uma excelente impressão  dele como homem público e cidadão. Convidado pela vereadora Tânia Bastos, já participei, ao longo dos anos, de diversas reuniões que ela promoveu, com a presença do senador, para debater assuntos da Ilha e da cidade. 
             Outras duas vezes, Crivella foi meu convidado especial em reuniões realizadas pela Associação Comercial, com a presença de dezenas de empresários da Ilha, para debater problemas de interesse do setor e ele revelou ser um homem cordial e afável. Nessas ocasiões, as suas posições sempre foram firmes e equilibradas, demonstrando conhecimento e experiência sobre a gestão das responsabilidades públicas. Considero Crivella um dos melhores senadores da república, cujos princípios éticos são indiscutíveis.
            A cidade do Rio de Janeiro, depois da excelente gestão do prefeito Eduardo Paes que transformou e modernizou diversas regiões da cidade, agora precisa de alguém preparado como Crivella para dar continuidade no desenvolvimento da cidade e, principalmente, tratar das pessoas. Acho oportuna sua proposta de fortalecer a Guarda Municipal para apoiar a polícia na segurança da população. 
            Não conheço pessoalmente seu adversário nessa disputa pela prefeitura do Rio e nunca fui convidado para alguma reunião que eventualmente o deputado Freixo tenha realizado na Ilha. Mas a diferença entre o Crivella coerente e tranquilo que conheço, e o seu adversário é abismal. 
             No episódio da ação criminosa dos Black Blocs, em 2013, que resultou na morte de um cinegrafista, fiquei espantado quando Freixo se manifestou de modo paternalista com o movimento baderneiro, mas insensível com a tragédia que destruiu uma família. Definitivamente isso não combina com minhas convicções.                 Vou votar Crivella, porque quero o bem da Ilha, da cidade e do seu povo.

domingo, 23 de outubro de 2016

A ABSURDA EXTINÇÃO DE 14 VIAGENS DE BARCAS DIARIAMENTE, PREJUDICA SERIAMENTE A POPULAÇÃO DA ILHA DO GOVERNADOR

As barcas estão indo embora
Ligação entre a Ilha do Governador e o Centro
 perde 14 viagens por dia, a partir de novembro

            É inaceitável a extinção de 14 viagens da barca nos trajetos de ida e volta entre a Ilha do Governador e o Centro da cidade, conforme anunciou a concessionária CCR Barcas, para vigorar a partir de 1º de novembro.
           Em uma concessão pública, termos legais e decentes exigem que a empresa que explora o serviço, em nome do Estado, cumpra suas obrigações mínimas na operação para atender bem a população. Um exemplo de como é grave a extinção de horários nas barcas, seria supor, que a concessionária da Linha Amarela decidisse interromper o trânsito na via, no horário da madrugada sob o argumento que o fluxo de carros diminui muito e não compensa manter em operação equipamentos e funcionários. Foi mais ou menos isso que a CCR Barcas fez com os insulanos ao extinguir 14 horários, com a conivência do Estado.
            A medida é um dos maiores absurdos contra o direito de ir e vir da população insulana, cujos horários e compromissos estão adaptados às viagens anteriormente estabelecidas pela CCR. Os prejuízos e desconforto são inaceitáveis para todos que tem a rotina programada nos horários atualmente existentes no transporte marítimo.
            A Secretaria de Transportes do Estado nunca poderia ceder aos interesses da CCR Barcas e permitir a operação do sistema hidroviário apenas em horários da conveniência da companhia. O Estado tem o dever de proporcionar meios de transporte à altura da necessidade e importância da comunidade da Ilha do Governador, cuja única alternativa é a saturada Estrada do Galeão.
            Aliás, o trânsito que já está complicado na Ilha, vai ficar mais congestionado com o reforço de mais ônibus em nove linhas para o Centro da cidade, conforme decisão da Secretaria de Transportes, para compensar a extinção dos 14 horários das barcas. A mobilização da sociedade contra essa medida absurda precisa ser rápida e forte.