sexta-feira, 24 de novembro de 2017

FRAGILIDADE DOS ÓRGÃO DE SEGURANÇA E DEFESA CIVIL É PONTO FRACO PARA EVITAR PROBLEMAS COM OS TEMPORAIS DE VERÃO

           Estou preocupado com a proximidade do verão e a fragilidade financeira do estado para evitar possíveis catástrofes geradas pelas tempestades próprias da estação. A anemia dos cofres públicos também deve estar atingindo os órgãos de defesa civil e bombeiros. Desconfio e tenho medo de admitir que a provável realidade dos quarteis, seja a mesma dos outros órgãos que vivem com salários atrasados, desmotivados e sem a necessária manutenção e renovação de equipamentos.
           Se também são precários os recursos direcionados para as ações de defesa civil da população fluminense, também é necessário levar em conta a omissão de muitos governos do mundo inteiro, cujos países despejam na atmosfera quantidades fantásticas de elementos poluidores tornando clima do planeta mais instável e perigoso.
             Ao mesmo tempo em que o ser humano ultrapassa os limites poluindo o planeta, muitos países se preparam para o pior dos mundos, construindo abrigos, criando sistemas de alerta e modernizando equipamentos para ações de salvamento das suas populações. O Brasil, e sobretudo o Rio de Janeiro, por causa da crise financeira, está cada dia mais vulnerável pela absoluta falta de investimentos nesse importante setor de proteção contra calamidades e tragédias ambientais.
            Espero que esse verão seja tão calmo quanto o último e que nossas autoridades tenham consciência do perigo que todos nós corremos e seja evitado, com medidas urgentes, o sofrimento que os deslizamentos, ventos e enchentes provocam quando uma cidade desprotegida fica refém da natureza.

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